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7 práticas para melhorar o controle de estoque de alimentos

Os desafios promovidos pela crise do novo Coronavírus, têm feito empresas voltadas para o mercado de mantimentos se reinventarem e encontrarem novas maneiras de realizarem o controle de estoque de alimentos.

Uma das principais razões para isso é o aumento exponencial nas negociações desse setor. De acordo com dados da Abcomm, as vendas onlines em supermercados cresceram 80% durante o período de quarentena.

Em relação ao comércio presencial desses produtos essenciais, houve um crescimento de 1,91% em Abril de 2020 em relação ao mês anterior, conforme dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). 

Todos essas informações demonstram disrupções significativas no comportamento do cliente e, consequentemente, nas práticas do mercado. 

Por isso, é fundamental que empresas do segmento encontrem novas maneiras de conseguir atender às demandas, uma delas é a implementação de um acirrado controle de estoque de alimentos. 

Veja também: Como otimizar a gestão de entregas e distribuição de mercadorias durante a crise?

Com o objetivo de te auxiliar nessa missão, separamos abaixo as 7 principais práticas para manter a organização desse setor. Confira.

1 – Avaliar processos para reposição de itens

O primeiro passo para se adequar às alterações do mercado é avaliar processos para reposição e armazenamento dos produtos.

Muitas empresas cometem o grave erro de comprar itens em quantidade exorbitantes ou reduzidas sem realizar um levantamento das preferências dos clientes ou tendências.

Desse modo, para evitar prejuízos ou desperdícios, é essencial conhecer profundamente as demandas do público e, com base nisso, estabelecer prioridades e frequência para obtenção de cada mercadoria. 

2 – Cuidados com a organização do estoque

A organização é um dos pilares principais do controle de estoque de alimentos. Para tal, a melhor estratégia é elaborar um inventário, documento que facilita a contagem dos produtos de maneira ágil e a esquematização dos itens armazenados.

Além disso, é fundamental ordenar as saídas de mercadorias com base na data que foram armazenadas e a metodologia usada para isso é a FIFO (First in, First Out). Ou seja, os produtos que entraram primeiro no estoque devem ser vendidos mais rapidamente.

Esse tipo de ação permite um controle total dos itens e evita que produtos passem da data de validade ou estraguem.

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3 – Implantar o controle de entrada e saída de produtos

De nada adianta realizar inventários periódicos e implementar ações para priorização dos produtos se você não controlar a entrada e saída de mercadorias com assertividade.

Essa estratégia permite que uma empresa monitore o giro do estoque em tempo real e consiga identificar com facilidade qualquer situação, como gargalos ou problemas operacionais. 

4 – Prever demandas

Já falamos sobre a importância de conhecer muito bem o seu público-alvo e o comportamento do consumidor para adequar o seu estoque, certo? Entretanto, como dois lados de uma mesma moeda, é essencial que você preveja demandas.

Há dois aspectos a se considerar para antecipar essas solicitações: o mercado e a condição do seu próprio almoxarifado. O primeiro consiste nos pedidos já estimáveis de acordo com a época, por exemplo, sucos podem vender mais no verão e chás no inverno.

O segundo está relacionado com não permitir que um produto acabe completamente para repô-lo, especialmente se é comprado com facilidade pelo público-alvo. 

Com isso, pode-se implementar um padrão para solicitar novas negociações com os fornecedores baseado na quantidade de itens restantes.

5 – Ter informações precisas

Outro aspecto fundamental para um controle de estoque de alimentos assertivo é ter informações precisas e confiáveis. 

Isso apenas é possível com a utilização de recursos inovadores, sejam eles plataformas ou métodos organizacionais. Dados corretos viabilizam tomadas de decisões mais assertivas e embasam todas as estratégias comerciais do negócio.

6 – Capacitar a equipe

Não podemos falar a respeito do controle de estoque de alimentos sem elencar a capacitação de equipe como uma base imprescindível. 

Nesse sentido, é importante treinar o time de acordo com os processos ou ferramentas adotados, alinhar a comunicação e interação, estabelecer reuniões de feedbacks e outras iniciativas para potencializar os resultados dos colaboradores.

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7 – Usar tecnologia no controle de estoque de alimentos

Por fim, a transformação digital é uma das principais mudanças nas organizações nos últimos anos e com a incidência da Covid-19 essa necessidade ficou ainda mais emergente. 

Utilizar ferramentas adequadas e inovadoras, facilita não apenas o controle de estoque de alimentos mas também a administração de toda a empresa.

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Contando com tecnologia de ponta, o sistema ERP oferece um design intuitivo e responsivo, viabilizando o acesso por qualquer dispositivo conectado à internet. 

Além disso, possibilita as tomadas de decisões, pois emite relatórios e permite o acompanhamento dos fluxos em tempo real.

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